Notícias

 

Manual sobre doenças transmitidas por vetores traduzido para português

O Memorando de Entendimento estabelecido entre a Federação Internacional Farmacêutica (FIP) e a Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa (AFPLP), em novembro passado, identifica diversos domínios de interesse mútuo, entre os quais a tradução para português de documentos relevantes para a intervenção farmacêutica nos países lusófonos. 

Nesse âmbito, a AFPLP, procedeu à tradução do documento “Doenças transmitidas por vetores: um manual para os farmacêuticos”, promovendo assim a divulgação de referenciais e boas práticas para o exercício profissional farmacêutico. 

A tradução tem como objetivo promover a divulgação e utilização deste importante instrumento no espaço lusófono para suporte às atividades de prevenção, controlo, gestão e tratamento de doenças. 

O documento, agora traduzido em português, pode ser acedido em https://www.fip.org/file/4955.


Notícias

 

Programa de Telemedicina em Cabo Verde com publicação de artigo

O programa de Telemedicina em Cabo Verde foi criado em 2012 pela International Virtual e-Hospital Foundation para melhorar o acesso a cuidados especializados no arquipélago de Cabo Verde. Depois da publicação do primeiro relatório em 2014, a equipa publica um artigo que reflete a análise dos dados referentes à atividade e acompanhamento do programa recolhidos entre 2014 e 2018.

De acordo com os autores, o programa de telemedicina de Cabo Verde “continua a aumentar o acesso a cuidados especializados, a evitar transferências desnecessárias e dispendiosas, e tornou-se uma grande história de sucesso da telemedicina em África. Além disso, este programa deve ser usado como um modelo para o estabelecimento de programas de telemedicina em países insulares em todo o mundo.”

Artigo em:  Cabo Verde Telemedicine Program: An Update Report and Analysis of 2,442 Teleconsultations | Telemedicine and e-Health (liebertpub.com)


Notícias

 

Novo Toolkit da FIP realça valor dos farmacêuticos na Reconciliação Terapêutica

A Federação Internacional Farmacêutica (FIP) publicou hoje um Toolkit para o serviço de Reconciliação Terapêutica, para apoiar os farmacêuticos a nível global na melhoria da segurança do cidadão e contribuir para o Global Patient Safety Challenge da Organização Mundial da Saúde (OMS) — “Medication without harm”. Sob este Programa de Mudança, a OMS lista as transições entre níveis de cuidados de saúde como uma das três áreas prioritárias que precisam de ação eficaz para proteger os utentes.

As transições de cuidados de saúde (como a admissão num estabelecimento de saúde, transferência de ambiente hospitalar através de uma alta clínica, e também entre diferentes prescritores em ambiente comunitário) podem causar danos ao utente devido a mudanças não intencionais na medicação ou comunicação deficiente. Uma revisão recente da Cochrane, por exemplo, descobriu que 55,9% dos utentes correm o risco de ter uma ou mais discrepâncias de medicação nas transições entre cuidados de saúde. Essas discrepâncias de medicação podem levar a doenças secundárias, internamentos hospitalares e até mortes. A reconciliação terapêutica é um processo padronizado que envolve a obtenção de uma lista abrangente de medicamentos atuais do utente e a sua revisão em relação aos medicamentos solicitados ou usados ​​em qualquer novo ambiente, para identificar e resolver quaisquer discrepâncias na frequência, via de administração, dose, esquema terapêutico e finalidade terapêutica do medicamento .


 "A reconciliação terapêutica representa um serviço fundamental em todas as transições de cuidados de saúde e, quando liderada por farmacêuticos, é eficaz na redução dos danos aos utentes relacionados com medicamentos. Com este serviço, os farmacêuticos podem aplicar o seu conhecimento sobre medicamentos para minimizar erros e otimizar o uso de medicamentos, resultando em impactos positivos no utente, resultados clínicos e económicos. A reconciliação terapêutica deve ser praticada em todos os ambientes de saúde”, disse a CEO do FIP, Catherine Duggan.


 O Toolkit da FIP sobre Reconciliação Terapêutica descreve os princípios e processos importantes que os farmacêuticos devem seguir ao prestar este serviço profissional. O documento resume as definições, o impacto e os procedimentos para a implementação da reconciliação terapêutica liderada por farmacêuticos em ambientes de saúde comunitários, e hospitalares e oferece um conjunto de ferramentas para apoiar a prática profissional.


 "A reconciliação terapêutica pode eliminar as discrepâncias de medicamentos nas transições entre cuidados de saúde, se os recursos necessários forem disponibilizados. O Toolkit da FIP também pode ser usado como um guia para informar modelos de prática e influenciar decisores e profissionais de farmácia para configurar ou remodelar processos de reconciliação terapêutica”, acrescentou Catherine Duggan.


 A FIP vai realizar um webinar gratuito sobre Reconciliação Terapêutica, com base no Toolkit, em março.


 O Documento "Medicines reconciliation: A toolkit for pharmacists” pode ser acedido aqui.



Notícias

 

Conteúdos formativos – alargamento do prazo

No âmbito da parceria entre a AFPLP e o Infosaúde, informamos que os seguintes conteúdos, inicialmente divulgados no último trimestre de 2020, ficam disponíveis para todos os farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa durante o 1º semestre de 2021: 


  • COVID19 Módulo1 Conhecimento essencial (e-Learning)

  • Máscaras e equipamento de proteção individual (webinar)


 Estão disponíveis em formato online, são de acesso gratuito e podem ser acedidas até ao dia 30 de junho de 2021.


Notícias

 

Cabo Verde entre primeiros países africanos a receber vacinas da plataforma Covax

Cabo Verde é um dos primeiros países africanos a receber vacinas contra a COVID-19 através da plataforma internacional Covax, que contribuirá para a imunização de 35% da população, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas (ONU).

"Nas próximas semanas, Cabo Verde vai poder comprar e administrar vacinas para cerca de 200 mil pessoas", afirmou Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU.

Este anúncio resulta de quatro meses de trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com a liderança da coordenadora residente do sistema da ONU em Cabo Verde, Ana Patrícia Graça, para "apoiar o Governo a desenvolver um plano nacional de vacinação e fazer parte da Covax".

A Covax é uma iniciativa conjunta da OMS e da Aliança para o Acesso às Vacinas (GAVI) para fornecer vacinas contra a covid-19 a países de médio e baixo rendimento, num esforço de dar acesso e distribuir vacinas em todo o mundo.


Notícias

 

Ressurgimento do Ébola em Kivu do Norte, na República Democrática do Congo

O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) anunciou a 7 de fevereiro que um novo caso de Ébola foi detectado em Butembo, uma cidade na província de Kivu do Norte, onde um surto anterior foi declarado encerrado em junho de 2020.

A filial de Butembo do Instituto Nacional de Investigação Biomédica (INRB) confirmou a presença do vírus Ébola em amostras recolhidas de uma doente com sintomas semelhantes aos do Ébola, que procurou tratamento num centro de saúde local. A doente, que entretanto faleceu, era esposa de um sobrevivente do Ébola.

Butembo foi um dos epicentros do surto anterior de Ebola no leste da RDC. Não é incomum que casos esporádicos ocorram após um grande surto.

Devido à enorme capacidade local construída no surto anterior, as autoridades de saúde da Província de Kivu do Norte estão a liderar a resposta atual com o apoio do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS ofereceu formação e treino a técnicos de laboratório, rastreadores de contato, equipas de vacinação locais auxiliou grupos comunitários para aumentar a consciencialização sobre o Ébola, bem como implementar um programa para sobreviventes do vírus.

“A experiência e a capacidade das equipas de saúde locais foram fundamentais para detectar este novo caso de Ébola e abrir caminho para uma resposta oportuna”, disse a Doutora Matshidiso Moeti, Diretora Regional da OMS para a África. “A OMS está a oferecer apoio às autoridades de saúde locais e nacionais para rastrear, identificar e tratar rapidamente os contactos para impedir a propagação do vírus.”

Os epidemiologistas da OMS estão a investigar o caso. Já foram identificados mais de 70 contatos. A desinfeção dos locais visitados pela doente está também em curso.

As amostras da doente confirmada de Ébola foram enviadas para o laboratório principal do Instituto Nacional de Investigação Biomédica em Kinshasa para sequenciamento do genoma para identificar a estirpe do Ébola e determinar a sua ligação com o surto anterior.

O décimo surto de Ebola na RDC, que durou quase dois anos, foi o segundo maior do mundo e, quando terminou, registaram-se 3.481 casos, 2.299 mortes e 1.162 sobreviventes.

A resposta ao surto foi particularmente desafiadora devido à insegurança que interrompeu os esforços de emergência.

Mais informações aqui


Notícias

 

Apelo aos Chefes de Estado da União Africana para Ratificar o Tratado da Agência Africana do Medicamento

As Associações de Doentes, da Sociedade Civil e Organizações Juvenis, Parcerias de Desenvolvimento de Produtos, Indústrias Farmacêuticas e da Saúde e todas as partes interessadas que se esforçam para melhorar a saúde pública global, acolhem o Tratado da Agência Africana do Medicamento (AMA) feito na 32ª sessão ordinária da Assembleia da União Africana União (UA) em 2019. Apelam agora para que todos os Estados Membros da UA ratifiquem o Tratado, que já foi assinado por 19 países e ratificado por 8 países. Este é um forte compromisso dos Estados Membros da UA e, portanto, instam todos os países da UA a ratificar o Tratado como uma questão de prioridade.

No comunicado, pode-se ler que "Acreditamos que é fundamental estabelecer um órgão regulador continental para reduzir a complexidade das estruturas regulatórias e, portanto, permitir que todos os doentes na África tenham acesso atempado a medicamentos de qualidade que sejam seguros e eficazes. Esta nova agência é parte integrante do Plano Global de Segurança do Doente da OMS 2020-2030. Apoiamos o compromisso da Região Africana da OMS para com a Agência Africana do Medicamento, entregue pelo governo do Quênia no Conselho Executivo da OMS em janeiro de 2021.

A pandemia de COVID-19 destacou a importância da harmonização regulamentar no contexto das emergências de saúde pública e a necessidade de uma autoridade reguladora continental competente para aprovar e monitorizar vacinas, medicamentos com novas indicações, medicamentos inovadores e tecnologias de saúde, em tempo útil."



Além disso, um forte sistema regulamentar unificado contribuiria enormemente para o combate a medicamentos falsificados e de baixa qualidade no continente africano. A vigilância coordenada do mercado, a recolha centralizada de informações e a partilha de dados entre os países devem complementar e fortalecer os esforços nacionais para reduzir a circulação de produtos falsificados e aumentar o acesso a produtos seguros e inovadores.

O estabelecimento da Agência Africana do Medicamento abrirá mais oportunidades para impulsionar as capacidades locais de fabrico, a participação dos países na investigação clínica e outras atividades de desenvolvimento científico.



Considerando o explosto, solicitamos:

1. Os Estados Membros da UA devem ratificar o Tratado da AMA e permitir a implementação operacional do sistema regulamentar continental que irá beneficiar os doentes, reguladores e sistemas de saúde em África.

2. O Conselho de Administração da Agência Africana do Medicamento deve recorrer a todos os conhecimentos especializados disponíveis da academia, organismos de investigação, setor privado e comunidade e grupos de doentes para fornecer orientação técnica em áreas específicas de especialização regulamentar.

3. O Conselho de Administração da Agência Africana do Medicamento deve reconhecer os doentes como parceiros-chave nas estruturas de gestão e desenvolvimento da futura Agência."



Mais informações aqui


Notícias

 

Mark Wainberg Fellowship Programme: Convite à apresentação de candidaturas

É clínico(a) a exercer funções na África subsariana?
Está interessado(a) em tornar-se especialista em VIH?

O IAS – the International AIDS Society – convida-o(a) a candidatar-se ao Mark Wainberg Fellowship Programme: Especialistas em Prestação de Serviços de VIH.

O Mark Wainberg Fellowship Programme está a recrutar profissionais de saúde para passarem o seu tempo em centros especializados de VIH e terão oportunidade de desenvolver as suas competências clínicas e de pesquisa e, por fim, receberem um diploma de pós-graduação em VIH.

O programa oferece formação avançada em gestão médica de pessoas que sofrem de VIH e Sida, desde o diagnóstico até ao tratamento, incluindo comorbidades. O programa dará ênfase aos cuidados apropriados de grupos de pacientes diferentes, incluindo populações chave. Para mais informações sobre o conteúdo, consulte o Currículo.



A data limite das candidaturas é 7 de março de 2021. O formulário da candidatura está em inglês, francês e português.




Em muitos países africanos, há a necessidade não satisfeita da formação de pessoal médico que procura a especialização em VIH. O Mark Wainberg Fellowship Programme, uma iniciativa do IAS Educational Fund, pretende contribuir para melhorar a qualidade da prestação de serviços relacionados com VIH em contextos de recursos limitados, oferecendo bolsas de dois anos a dois clínicos da África subsariana, que passarão um ano na Europa e um ano em África, em instituições clínicas

Para saber mais sobre o programa da bolsa, incluindo as principais datas, critérios de elegibilidade e o processo de candidatura, visite o website ou contacte mwfellowship@iasociety.org.


Notícias

 

FIP e OMS desenvolvem novo guia curricular para melhorar a ação contra os medicamentos falsificados

A Federação Farmacêutica Internacional (FIP) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram um novo guia curricular para apoiar docentes e pessoal envolvido na formação de farmacêuticos na sensibilização dos cidadãos para a contrafação de medicamentos. Em 2017, a OMS estimou que um em cada dez medicamentos em países de baixo e médio rendimento estavam abaixo dos padrões de qualidade, segurança e eficácia, colocando em risco a população e os cuidados prestados.

"Os profissionais de saúde são essenciais para detetar e denunciar medicamentos falsificados ou de baixa qualidade que penetraram nas cadeias de abastecimento, bem como na educação e aconselhamento aos doentes expostos a estes produtos. No entanto, temos conhecimento de barreiras à notificação, incluindo a falta de consciencialização e sistemas de reporte complexos. Uma solução proposta pela OMS foi a produção de um currículo educacional modular para melhorar a notificação e as intervenções. A FIP tem a honra de ter assumido o desafio de desenvolver este currículo para os futuros farmacêuticos ”, refere Dominique Jordan, presidente da FIP.

O guia curricular é uma ferramenta para a formação em medicamentos de baixa qualidade, que pode ser adaptado às necessidades das instituições académicas. O guia contém um quadro de competências e aspetos práticos de implementação e é complementado com módulos que se alinham com a estratégia de prevenção-deteção-resposta da OMS para que os farmacêuticos saibam como identificar medicamentos com alto risco de contrafação, evitar que estes produtos cheguem à cadeia de abastecimento, detetar e reportar às autoridades competentes e intervir para prevenir danos no doente.

Estes materiais, que oferecem aos docentes farmacêuticos recursos de ensino e orientação prática, foram desenvolvidos com o apoio da Comissão Europeia, e em colaboração com a Conferência Internacional das Ordens dos Farmacêuticos de Língua Francesa, a Associação dos Farmacêuticos da Commonwealth e cinco universidades na África Subsaariana , região particularmente vulnerável a esses produtos.

"Os medicamentos de baixa qualidade são uma ameaça constante, abrangente e inaceitável na saúde pública. A estratégia holística da OMS de prevenção, deteção e resposta a estes produtos exige uma integração total dos farmacêuticos. A sua posição única, como protetores da integridade da cadeia de abastecimento, permite-lhes salvaguardar a qualidade e segurança dos medicamentos antes da sua distribuição e uma vigilância indispensável. No entanto, muito poucos farmacêuticos têm formação sobre o tema durante ou após a sua formação-base. Este projeto aborda uma lacuna na formação das instituições de ensino e promove o papel essencial dos farmacêuticos nesta problemática”, revela Pernette Bourdillon-Esteve, líder da equipa "Incidents and Substandard/Falsified Medical Products”, da OMS.

O presidente da FIP acrescenta ainda que "este recurso é projetado para aumentar e melhorar os níveis de formação e sensibilização dos farmacêuticos sobre os medicamentos falsificados. Acreditamos que será útil não só para os nossos colaboradores, mas também para mais países da região africana e não só.”

​O "Currículo para estudantes de Ciências Farmacêuticas sobre medicamentos falsificados e substandard: guia de currículo e quadro de competências” está disponível aqui.


Notícias

 

Congresso virtual junta farmacêuticos lusófonos

A Ordem dos Farmacêuticos (OF) organizou nos dias 26, 27 e 28 de novembro mais uma edição do Congresso Nacional dos Farmacêuticos, este ano naturalmente marcado pela pandemia de covid-19 que afeta Portugal e o mundo. Com o país em estado de emergência e as restrições de circulação impostas pelo Governo e autoridades de saúde, o “maior encontro nacional de farmacêuticos” decorreu num formato exclusivamente online, em modelo de webinar, associando-se ao XIV Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa, da Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa, para um universo de mais de 200 mil farmacêuticos lusófonos.
Sob o tema "Abrir Horizontes. Fazer Acontecer”, a situação epidemiológica que o País enfrenta foi um assunto incontornável e transversal a todo Congresso. Com dezenas de oradores de renome, especialistas nas mais diversas áreas das Ciências da Saúde, propôs-se e conseguiu-se um debate sobre o futuro da Saúde na próxima década, seguramente marcado pela emergência de saúde pública que enfrentamos e pelo seu impacto nos sistemas de saúde e nos comportamentos em sociedade.

"O Congresso dos farmacêuticos é sempre um momento determinante para a profissão. Este ano não podemos estar juntos, fisicamente, mas a atual conjuntura justifica, de sobremaneira, a realização de um evento que aborde, de forma transversal, todas as implicações e desafios que a pandemia de covid-19 nos tem colocado”, destaca o presidente do Congresso, Helder Mota Filipe, e presidente da AFPLP para o biénio 2019-2021.

"Ao longo dos últimos meses enfrentámos desafios tremendos. Começámos com o problema de acesso aos equipamentos de proteção individual e a alguns medicamentos e produtos de saúde. Discutiram-se depois as alternativas terapêuticas para tratamento da doença, as respostas para os problemas dos doentes não-COVID-19, no acesso aos medicamentos hospitalares, na renovação da terapêutica dos doentes crónicos ou na vacinação contra a gripe sazonal. Centramos agora o debate em torno do desenvolvimento e distribuição de uma nova vacina, mas também no alargamento da utilização de testes rápidos de antigénio”, acrescenta a Bastonária da OF, Ana Paula Martins.

"São múltiplos desafios que vamos enfrentar nos próximos anos e que queremos debater com os farmacêuticos e com a sociedade em geral. Convidámos especialistas nacionais e estrangeiros porque queremos ouvir as suas opiniões e conhecer experiências e projetos em curso que acreditamos poderem mudar a forma como são prestados cuidados de saúde aos cidadãos”, salienta ainda o presidente do Congresso.

As sessões do Congresso Nacional dos Farmacêuticos 2020 e XIV Congresso Mundial dos Farmacêuticos de Língua Portuguesa decorrem ao longo de três dias de trabalhos, distribuídas em mais de 20 sessões, em cerca de 30 horas de transmissão em direto para todo o espaço lusófono.

Saiba tudo em www.congresso.ordemfarmaceuticos.pt.


Notícias

 

AFPLP assina Memorando de Entendimento com a FIP

Por ocasião da abertura do XIV Congresso Mundial dos Farmacêuticos de Língua Portuguesa foi assinado um Memorando de Entendimento entre a FIP - Federação Internacional Farmacêutica, representada em formato virtual pela sua Diretora Executiva, Catherine Duggan, e a Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa, representada pelo seu Presidente, Helder Mota Filipe.

O Memorando de Entendimento reconhece a importância da colaboração e parcerias em diversas áreas como a formação, a rede de universidades, o Observatório Global Farmacêutico, os Fóruns Regionais e a promoção do acesso à documentação da FIP através da sua tradução e divulgação com webinars conjuntos.

A AFPLP reconhece o valor de colaborar ativamente com a FIP, em áreas importantes como a formação farmacêutica. Destaca-se o recente relatório publicado pela FIP sobre “Formação de Farmacêuticos na África Subsariana" que documenta os resultados do projeto FIP-UNESCO UNITWIN Rede de Desenvolvimento de Formação Global de Farmacêuticos, lançado em 2010, para promover a investigação, formação e desenvolvimento profissional, através da construção de redes universitárias e do incentivo à cooperação interuniversitária em todo o mundo. Poderá aceder ao relatório aqui.


AFPLP disponibiliza um programa de Webinars temáticos em parceria com ANF

Inscrições: aqui

No quadro da implementação do eixo de intervenção do Plano Estratégico da AFPLP referente à formação contínua, foi estabelecida uma parceria com a ANF (Associação Nacional das Farmácias) e a OF (Ordem dos Farmacêuticos de Portugal) que irá possibilitar o acesso a um programa de webinars e módulos com conteúdo técnico-científico nas áreas de intervenção do farmacêutico.

Esta série de webinars temáticos sobre a necessidade de conhecer e lidar com a COVID-19 integra a primeira fase do plano de formação contínua pós-graduada a implementar. Os webinares decorrem às 21:00 (hora de Portugal).


COVID-19, Gripe e Doenças Pneumocócicas
- 10 de Setembro (21:00)
- Orador Convidado: Dr. Filipe Froes

COVID-19 - Até quando?
- 17 de Setembro (21:00)
- Orador Convidado: Dr. Ricardo Mexia

Estado da Arte das Vacinas contra COVID
- 28 de Setembro (21:00)
- Orador Convidado: Prof. João Rocha

O que sabemos dos doentes COVID-19?
- 12 de Outubro (21:00)
​- Orador Convidado: Dr. Roberto Roncon